O CONSELHO de Ministros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) aprovou a proposta de 12 milhões de dólares, para o orçamento do envio da força em estado de alerta para apoiar no combate ao terrorismo na província de Cabo Delgado.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da SADC reuniram-se, no dia 28 de junho do ano corrente, em sessão extraordinária virtual em cumprimento da orientação emanada na Cimeira dos chefes de estados e de Governo que teve lugar semana passada em Maputo, durante a qual o Conselho de Ministros do bloco foi orientado a reunir-se com urgência para apreciar o orçamento.
O chefe da diplomacia angolana, Téte António, disse que o orçamento para destacamento da força em estado de alerta da SADC, em apoio à Moçambique, é avaliado em 12 milhões de dólares (759.660.000,00MT).
Segundo o ministro das Relações Exteriores de Angola, o Conselho de Ministros, composto pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, “foi incumbido de trabalhar no orçamento da força que deve ser operacionalizada para apoiar a República irmã de Moçambique”.
“Isto é o que foi analisado hoje (28), o orçamento é de 12 milhões de dólares no seu total, está subdividido em rubricas, fontes de financiamento”, explicou o ministro.
O governante angolano sublinhou que as fontes de financiamento desta força estão compostas por um fundo de contingência e contribuições dos Estados-membros que participam dos efectivos, que também deverão contribuir entre si com sete milhões de dólares.
O ministro disse que ficou também determinado que, tendo em conta a situação que muitos países da região vivem, poderá ser feito recurso ao fundo de reserva da organização, "para permitir que não haja atrasos no cumprimento desta missão".
"Como sabem é uma questão de sobrevivência da região, a situação em Cabo Delgado, em Moçambique, é uma situação grave, a qual a organização tem que fazer de imediato face e foi determinado o prazo de contribuições que é de 09 de Julho, mas se houver um défice de contribuições dos Estados-membros, que estejam atrasados no depósito do montante que foi determinado por cada um dos países, pode-se recorrer ao fundo de reserva", frisou.

Força Moçambique!
ResponderExcluirSairemos mais fortes dessa situação.
Foi tardia a decisão
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